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http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1336075-5602,00-BRASIL+FICA+ESTAVEL+NO+INDICE+DE+DESENVOLVIMENTO+DEMOCRATICO+DA+A+LATINA.html

Brasil fica estável no Índice de Desenvolvimento

 Democrático da A. Latina

Buenos Aires, 9 out (EFE).- O Brasil se manteve estável na pontuação do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009, que qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar.

Pelo ranking atual, o país figura na oitava posição, na lista encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados.

Divulgado nesta sexta-feira na capital argentina, o ranking é elaborado pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal da internet de política latino-americana Polilat.com, desde 2002.

Segundo o relatório, persiste uma grande disparidade no comportamento dos países, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático.

Neste ano, a busca pelo desenvolvimento democrático foi afetada pela crise global, o que criou sérias dificuldades para o desenvolvimento da região e aprofundou a desigualdade.

"O fim do ciclo de bonança fica evidente na queda de alguns indicadores e preocupa o impacto de desemprego e pobreza que pode ocasionar a crise em boa parte da economia latino-americana", indica o documento.

Segundo o documento, o surgimento de barreiras comerciais e restrições nos mercados geram tensões entre os vizinhos.

As ameaças à governabilidade democrática continuam presentes na região, gerando bolsões de autoritarismo e populismo.

Um caso evidente nestes dias é a situação hondurenha, que expressa com todo dramatismo a incapacidade da democracia.

Neste último ranking Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.

- Classificação Índice de Desenvolvimento Democrático 2009:

1.Chile: 10,000.

2.Costa Rica: 9,696.

3.Uruguai: 9,262.

4.Panamá: 7,191.

5.México: 6,490.

6.Argentina: 5,852.

7.Peru: 5,587.

8.Brasil: 4,514.

9.Colômbia: 4,073.

10.Paraguai: 3,860.

11.Honduras: 3,859.

12.Nicarágua: 3,795.

13.República Dominicana: 3,677.

14.Venezuela: 3,591.

15.El Salvador: 3,490.

16.Equador: 3,484.

17.Guatemala: 3,284.

18.Bolívia: 2,593. EFE

 

ULTIMO SEGUNDO

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/10/09/brasil+fica+estavel+no+

indice+de+desenvolvimento+democratico+da+a+latina+8788931.html

Brasil fica estável no Índice de Desenvolvimento Democrático da A. Latina

09/10 - 15:51 - EFE

Buenos Aires, 9 out (EFE).- O Brasil se manteve estável na pontuação do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009, que qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar.

Pelo ranking atual, o país figura na oitava posição, na lista encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados.

Divulgado nesta sexta-feira na capital argentina, o ranking é elaborado pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal da internet de política latino-americana Polilat.com, desde 2002.

Segundo o relatório, persiste uma grande disparidade no comportamento dos países, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático.

Neste ano, a busca pelo desenvolvimento democrático foi afetada pela crise global, o que criou sérias dificuldades para o desenvolvimento da região e aprofundou a desigualdade.

"O fim do ciclo de bonança fica evidente na queda de alguns indicadores e preocupa o impacto de desemprego e pobreza que pode ocasionar a crise em boa parte da economia latino-americana", indica o documento.

Segundo o documento, o surgimento de barreiras comerciais e restrições nos mercados geram tensões entre os vizinhos.

As ameaças à governabilidade democrática continuam presentes na região, gerando bolsões de autoritarismo e populismo.

Um caso evidente nestes dias é a situação hondurenha, que expressa com todo dramatismo a incapacidade da democracia.

Neste último ranking Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.

- Classificação Índice de Desenvolvimento Democrático 2009: 1.Chile: 10,000.

2.Costa Rica: 9,696.

3.Uruguai: 9,262.

4.Panamá: 7,191.

5.México: 6,490.

6.Argentina: 5,852.

7.Peru: 5,587.

8.Brasil: 4,514.

9.Colômbia: 4,073.

10.Paraguai: 3,860.

11.Honduras: 3,859.

12.Nicarágua: 3,795.

13.República Dominicana: 3,677.

14.Venezuela: 3,591.

15.El Salvador: 3,490.

16.Equador: 3,484.

17.Guatemala: 3,284.

18.Bolívia: 2,593.

 

TERRA

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4032468-EI306,00-Brasil+e+em+desenvolvimento+democratico+da+America+Latina.html

Notícias » Notícias

 Brasil é 8º em desenvolvimento democrático da América Latina
09 de outubro de 2009 15h50 atualizado às 22h13

O Brasil se manteve estável na pontuação do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009, que qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar. Pelo ranking atual, o País figura na oitava posição, na lista encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados.

Divulgado nesta sexta-feira na capital argentina, o ranking é elaborado pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal da internet de política latino-americana Polilat.com, desde 2002. Segundo o relatório, persiste uma grande disparidade no comportamento dos países, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático.

Neste ano, a busca pelo desenvolvimento democrático foi afetada pela crise global, o que criou sérias dificuldades para o desenvolvimento da região e aprofundou a desigualdade. "O fim do ciclo de bonança fica evidente na queda de alguns indicadores e preocupa o impacto de desemprego e pobreza que pode ocasionar a crise em boa parte da economia latino-americana", afirma o documento.

De acordo com o relatório, o surgimento de barreiras comerciais e restrições nos mercados geram tensões entre os vizinhos. As ameaças à governabilidade democrática continuam presentes na região, gerando bolsões de autoritarismo e populismo.

Um caso evidente nestes dias é a situação hondurenha, que expressa a incapacidade da democracia. Neste último ranking Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.

Classificação Índice de Desenvolvimento Democrático 2009:

1 - Chile: 10,000
2 - Costa Rica: 9,696
3 - Uruguai: 9,262
4 - Panamá: 7,191
5 - México: 6,490
6 - Argentina: 5,852
7 - Peru: 5,587
8 - Brasil: 4,514
9 - Colômbia: 4,073
10 - Paraguai: 3,860
11 - Honduras: 3,859
12 - Nicarágua: 3,795
13 - República Dominicana: 3,677
14 - Venezuela: 3,591
15 - El Salvador: 3,490
16 - Equador: 3,484
17 - Guatemala: 3,284
18 - Bolívia: 2,593

 

O DIA

http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/2009/10/brasil_fica_na_oitava_

posicao_em_desenvolvimento_democratico_da_america_latina_39820.html

Brasil fica na oitava posição em desenvolvimento democrático da América Latina

Argentina - O Brasil se manteve estável na pontuação do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009, que qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar. Pelo ranking atual, o País figura na oitava posição, na lista encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados.

Divulgado nesta sexta-feira na capital argentina, o ranking é elaborado pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal da Internet de política latino-americana Polilat.com, desde 2002. Segundo o relatório, persiste uma grande disparidade no comportamento dos países, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático.

Neste ano, a busca pelo desenvolvimento democrático foi afetada pela crise global, o que criou sérias dificuldades para o desenvolvimento da região e aprofundou a desigualdade. "O fim do ciclo de bonança fica evidente na queda de alguns indicadores e preocupa o impacto de desemprego e pobreza que pode ocasionar a crise em boa parte da economia latino-americana", afirma o documento.

De acordo com o relatório, o surgimento de barreiras comerciais e restrições nos mercados geram tensões entre os vizinhos. As ameaças à governabilidade democrática continuam presentes na região, gerando bolsões de autoritarismo e populismo.

Um caso evidente nestes dias é a situação hondurenha, que expressa a incapacidade da democracia. Neste último ranking Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.

Classificação Índice de Desenvolvimento Democrático 2009:

 1 -  Chile: 10,000
 2 -  Costa Rica: 9,696
 3 -  Uruguai: 9,262
 4 -  Panamá: 7,191
 5 -  México: 6,490
 6 -  Argentina: 5,852
 7 -  Peru: 5,587
 8 -  Brasil: 4,514
 9 -  Colômbia: 4,073
10 - Paraguai: 3,860
11 - Honduras: 3,859
12 - Nicarágua: 3,795
13 - República Dominicana: 3,677
14 - Venezuela: 3,591
15 - El Salvador: 3,490
16 - Equador: 3,484
17 - Guatemala: 3,284
18 - Bolívia: 2,593

 

CLICA

http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia_new.php?IdNoticia=120413

Brasil fica estável no Índice de Desenvolvimento Democrático da A. Latina

09/10/2009 - 16:04:18


O Brasil se manteve estável na pontuação do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009, que qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar.

Pelo ranking atual, o país figura na oitava posição, na lista encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados.

Divulgado nesta sexta-feira na capital argentina, o ranking é elaborado pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal da internet de política latino-americana Polilat.com, desde 2002.

Segundo o relatório, persiste uma grande disparidade no comportamento dos países, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático.

Neste ano, a busca pelo desenvolvimento democrático foi afetada pela crise global, o que criou sérias dificuldades para o desenvolvimento da região e aprofundou a desigualdade.

"O fim do ciclo de bonança fica evidente na queda de alguns indicadores e preocupa o impacto de desemprego e pobreza que pode ocasionar a crise em boa parte da economia latino-americana", indica o documento.

Segundo o documento, o surgimento de barreiras comerciais e restrições nos mercados geram tensões entre os vizinhos.

As ameaças à governabilidade democrática continuam presentes na região, gerando bolsões de autoritarismo e populismo.

Um caso evidente nestes dias é a situação hondurenha, que expressa com todo dramatismo a incapacidade da democracia.

Neste último ranking Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.



- Classificação Índice de Desenvolvimento Democrático 2009:

1.Chile: 10,000.

2.Costa Rica: 9,696.

3.Uruguai: 9,262.

4.Panamá: 7,191.

5.México: 6,490.

6.Argentina: 5,852.

7.Peru: 5,587.

8.Brasil: 4,514.

9.Colômbia: 4,073.

10.Paraguai: 3,860.

11.Honduras: 3,859.

12.Nicarágua: 3,795.

13.República Dominicana: 3,677.

14.Venezuela: 3,591.

15.El Salvador: 3,490.

16.Equador: 3,484.

17.Guatemala: 3,284.

18.Bolívia: 2,593.

 

EUROPEAN PRESSPHOTO AGENCY

http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5igLfzW16HA4pw77z6Pht23fChyaw

Brasil fica estável no Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina

Buenos Aires, 9 out (EFE).- O Brasil se manteve estável na pontuação do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009, que qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar.

Pelo ranking atual, o país figura na oitava posição, na lista encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados.

Divulgado nesta sexta-feira na capital argentina, o ranking é elaborado pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal da internet de política latino-americana Polilat.com, desde 2002.

Segundo o relatório, persiste uma grande disparidade no comportamento dos países, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático.

Neste ano, a busca pelo desenvolvimento democrático foi afetada pela crise global, o que criou sérias dificuldades para o desenvolvimento da região e aprofundou a desigualdade.

"O fim do ciclo de bonança fica evidente na queda de alguns indicadores e preocupa o impacto de desemprego e pobreza que pode ocasionar a crise em boa parte da economia latino-americana", indica o documento.

Segundo o documento, o surgimento de barreiras comerciais e restrições nos mercados geram tensões entre os vizinhos.

As ameaças à governabilidade democrática continuam presentes na região, gerando bolsões de autoritarismo e populismo.

Um caso evidente nestes dias é a situação hondurenha, que expressa com todo dramatismo a incapacidade da democracia.

Neste último ranking Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.

- Classificação Índice de Desenvolvimento Democrático 2009:

1.Chile: 10,000.

2.Costa Rica: 9,696.

3.Uruguai: 9,262.

4.Panamá: 7,191.

5.México: 6,490.

6.Argentina: 5,852.

7.Peru: 5,587.

8.Brasil: 4,514.

9.Colômbia: 4,073.

10.Paraguai: 3,860.

11.Honduras: 3,859.

12.Nicarágua: 3,795.

13.República Dominicana: 3,677.

14.Venezuela: 3,591.

15.El Salvador: 3,490.

16.Equador: 3,484.

17.Guatemala: 3,284.

        

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